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domingo, 24 de maio de 2015

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quinta-feira, 14 de maio de 2015

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sábado, 9 de maio de 2015

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quarta-feira, 29 de abril de 2015

Indonésia executa brasileiro Rodrigo Gularte por tráfico de drogas - Notícias


Indonésia executa brasileiro Rodrigo Gularte por tráfico de drogas

O brasileiro Rodrigo Muxfeldt Gularte, 42, foi executado nesta terça-feira (28) por fuzilamento na ilha de Nusakambangan, na Indonésia, cumprindo uma condenação à morte por tráfico de drogas.
Ele foi o segundo brasileiro executado na Indonésia em 2015 – o carioca Marcos Archer Cardoso Moreira, 53, teve o mesmo destino em 17 de janeiro, também pelo crime de tráfico.
O paranaense foi condenado à morte em 2005, um ano após ser preso no aeroporto de Jacarta com 6 kg de cocaína escondidos em pranchas de surfe.
Outros sete estrangeiros condenados por tráfico foram executados nesta terça: Andrew Chan e Myuran Sukumaran, os nigerianos Sylvester Obiekwe Nwolise, Raheem Agbaje Salami e Okwudily Oyantze, o ganense Martin Anderson; além do indonésio Zainal Abidin.
A filipina Mary Jane Fiesta Veloso foi poupada no último momento, de modo inesperado.
"Tudo correu bem, sem interrupções", disse uma autoridade local.
Diagnosticado com esquizofrenia paranoide no ano passado, sua defesa tentou, sem sucesso, convencer autoridades a reverter a condenação. A família alegou que Gularte foi aliciado por traficantes por causa de seu estado mental.

Segundo relato do diplomata Leonardo Carvalho Monteiro, que o visitou na prisão no último sábado, Gularte reagiu com "delírio" à informação de que seria executado. Ele também rejeitou os três últimos pedidos a que teria direito antes de morrer.
Mas pediu para ser enterrado em Curitiba, sua cidade natal.
Depois de sua condenação há 11 anos, Gularte chegou a tentar suicídio na prisão. De acordo com sua prima  Angelita Muxfeldt, sua situação médica piorou há três anos, e em 2014 uma equipe médica contratada pela família do paranaense o diagnosticou com esquizofrenia paranoide, sofrendo delírios e alucinações.
Ele foi avaliado novamente em março, mas o resultado do exame nunca foi divulgado pelas autoridades da Indonésia. A falta de informações gerou protestos da família e do governo brasileiro.
Em nota no último domingo, o Itamaraty classificou de "inaceitável" a execução de Gularte, dizendo que o governo da Indonésia se recusou a reconhecer a doença mental do brasileiro e fugiu "ao mais elementar bom senso e a normas básicas de proteção dos direitos humanos". Além disso, fez um novo apelo para que a execução fosse adiada.
O governo brasileiro já havia protestado após a morte de Marco Archer, em janeiro, convocando de volta seu embaixador no país, Paulo Alberto da Silveira Soares.
Um mês depois, o então novo embaixador indonésio, Toto Riyanto, teve recusada sua carta credencial por Dilma Rousseff e deixou o Brasil, ampliando o atrito diplomático entre os países. (Com BBC Brasil,  "Folha de S.Paulo" e agências internacionais)

domingo, 26 de abril de 2015

Fernanda Brum - Espírito Santo (Com Legenda)

Réplica de terremoto atinge o Nepal, que já conta mais de 2.500 mortos - Notícias


Terremoto de grande intensidade atinge o Nepal61 fotos

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26.abr.2015 - Moradores buscam membros da família presos nos escombros de casas desabadas durante o terremoto que atingiu Bhaktapur e demais cidades do Nepal no sábado de manhã. As equipes de resgate cavam com as mãos, enquanto o número de mortos continua subindo. A polícia nepalesa calcula em 1.900 mortos em todo o país Navesh Chitrakar/Reuters

Um novo terremoto de magnitude 6,7 atingiu o Nepal na manha deste domingo (26), divulgou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), provocando avalanches no Himalaia. O tremor, com epicentro a leste de Katmandu, e mais perto da fronteira com a China que o anterior, foi registrado a 10 km da superfície. A réplica também foi sentida em Nova Déli (Índia).
Pessoas correram desesperadas pelas ruas em direção a espaços abertos. Gritos e o som de uma avalanche puderam ser ouvidos enquanto um montanhista indiano era entrevistado por telefone perto do Everest pela agência de notícias Reuters.
A região do vale do Katmandu, mais povoada do Nepal, ainda se recuperava do tremor de magnitude 7,8 que deixou mais de 2.430 mortos no país e cerca de 4.700 feridos, segundo o governo nepalês. Considerando as vítimas em todos os países atingidos pelo incidente o número supera 2.500. Ao menos 51 pessoas morreram na Índia e outras 22 morreram no monte Everest, que fica na divisa entre o Nepal e a China. Há cerca de 217 desaparecidos no local que é bastante frequentado por montanhistas.
A destruição e o número de mortes faz deste terremoto o mais mortífero no país em 81 anos. A estimativa é de que o número de vítimas seja ainda maior, devido à devastação na região da capital, Katmandu. O forte tremor destruiu milhares de casas e prédios históricos, e desde a manhã de sábado, quando aconteceu o tremor principal, o país já sofreu pelo menos 35 réplicas de entre 4 e 6,7 graus.
As buscas por sobreviventes entre os escombros continuam pelo país, mas, segundo as agências de notícias, têm sido dificultada pela falta de infraestrutura. Algumas imagens da tragédias mostram, inclusive, civis escavando com as próprias mãos.
As ruas de Katmandu amanheceram neste domingo cheias de pessoas que passaram a noite em claro enquanto se repetiam as réplicas do forte tremor que abalou o país ontem. "Há relatos de danos generalizados. A devastação não está confinada a algumas áreas do Nepal. Quase todo o país foi atingido", disse Krishna Prasad Dhakal, vice-chefe da missão na embaixada do Nepal, em Nova Déli.
Segundo a ONG Oxfam, que tem fornecido água potável e artigos de primeira necessidades às vítimas, as comunicações, a eletricidade e a água corrente nas regiões atingidas pelo tremor foram cortadas. Os hospitais também estão encontrando dificuldades para atender a todos os feridos. Medicamentos e suprimentos também estão se esgotando.
O ministro da Informação, Minendra Rijal, disse à televisão indiana que "foi lançada um grande plano de ação de resgate e reabilitação e há muito a ser feito". "Nosso país está num momento de crise e precisará de apoio e ajuda imensos", completou ele. 
O governo nepalês pediu à população para se manter alerta perante a possibilidade de que os novos tremores terminem de derrubar edifícios afetados e em situação de fragilidade desde ontem ou aconteçam quedas de postes e muros.
Estima-se que 4,6 milhões de pessoas na região foram expostas aos tremores, de acordo com o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários. Apenas no Nepal, 30 dos 75 distritos - 40% do território nepalês - foram afetados pelo terremoto. Somente a cidade de Katmandu tem população de 1 milhão de pessoas, e o Vale de Katmandu, 2,5 milhões, muitas vivendo em condições de pobreza.
Vários edifícios desabaram no centro da capital nepalesa, incluindo templos seculares. Um importante marco histórico na cidade, a torre de Dharahara, declarada patrimônio da Unesco, ficou quase toda destruída.O centro antigo de Katmandu é formado por um emaranhado de edifícios próximos uns dos outros, ruas estreitas e casas mal construídas, com grandes famílias morando nelas.
Em nota, o Itamaraty declarou que a embaixada do Brasil em Katmandu está "mobilizada para prestar o apoio necessário aos cidadãos brasileiros que se encontram no país" e que "os brasileiros já localizados pela embaixada não sofreram ferimentos e estão recebendo toda a assistência cabível". Não há informação sobre a presença de brasileiros entre as vítimas fatais.
Sunil Sharma/Xinhua
Torre de Dharahara, patrimônio histórico de Katmandu, destruída no terremoto

Pior abalo sísmico desde 1934

De acordo com o jornal francês "Le Monde", o abalo sísmico deste sábado é o mais forte registrado no Nepal desde 1934, ano em que um terremoto de magnitude 8 provocou entre 10 mil e 20 mil mortes.
O jornal também afirma que 18 pessoas morreram hoje em decorrência de avalanches no monte Everest, provocadas por tremores relacionados ao terremoto. A região é bastante procurada por alpinistas nesta época do ano.
Autoridades do Nepal informaram que um deslizamento de neve encobriu parte de um acampamento de base. Segundo o Ministério do Turismo, foram confirmados ao menos 18 mortos, "estrangeiros e sherpas [guias]", cujas identidades ainda não foram divulgadas. Estima-se que cerca de mil pessoas, entre as quais 400 alpinistas estrangeiros, estivessem no entorno do campo base no momento da avalanche.
Um montanhista brasileiro, o cearense Rosier Alexandre, faz parte de uma expedição ao Everest que foi afetada. O acampamento onde ele estava foi destruído pela avalanche, mas Rosier está bem, de acordo com informações de sua mulher, Danúbia Saraiva.

Países vizinhos atingidos

Países vizinhos, como Índia, Paquistão e Bangladesh, também foram afetados. No Paquistão, Mohammad Shahab, morador de Lahore, contou a jornalistas que estava em seu escritório quando o terremoto abalou a cidade, próxima da fronteira com a Índia. Ele disse que os tremores continuaram por um tempo, e que depois a situação se normalizou.
Na Índia, o tremor foi sentido em Nova Déli, Lucknow e Patna. O governo indiano confirmou pelo menos 51 mortos no país. (Com agências internacionais)





http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2015/04/26/terremoto-de-magnitude-78-devasta-40-do-nepal-e-deixa-mais-de-1800-mortos.htm

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